Reconhecimento facial em condomínio: vale a pena? Veja o que ninguém te conta
Reconhecimento facial é vendido como bala de prata. Veja prós, contras, LGPD, custo real e quando vale.
Vendedor de catraca biométrica vende facial como solução final. A realidade tem nuances.
Quando vale
- Condomínio com volume alto de acesso (300+ unidades).
- Síndico disposto a coletar consentimento LGPD individual.
- Iluminação adequada na portaria (sem facial barato funciona no escuro).
Quando NÃO vale
- Condomínio pequeno (custo de instalação não paga).
- Síndico que não quer treinar morador a re-cadastrar foto a cada 6 meses.
- Condomínio com público idoso (taxa de falha sobe).
O Élleva é compatível com qualquer câmera facial ONVIF — você decide quando ativar.
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